Minha trajetória

Por que um médico passou a tratar a causa, não o exame.

A formação

Sou formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e tenho título de especialista em Clínica Médica (RQE 22459).

Clínica Médica não é uma especialidade de procedimentos. É raciocínio clínico — integrar história, sintomas e exames antes de chegar a uma conclusão. Aprendi desde cedo que o melhor exame, muitas vezes, é a consulta bem feita.

O padrão que eu via repetir

Durante a residência e os primeiros anos de consultório, notei algo que me incomodava. Pacientes voltavam meses depois com os mesmos problemas. O peso não tinha mudado. A glicose continuava subindo. O cansaço ainda estava lá.

Não era falta de competência. Era o limite do modelo: consulta curta, uma queixa por vez, uma receita por saída. A medicina está bem organizada para o agudo. Quadros crônicos, metabólicos, que se constroem ao longo de anos — esses pedem outro tipo de atenção.

Quando eu virei o paciente

Recebi meu próprio diagnóstico de pré-diabetes e colesterol alto.

Eu sabia que uma consulta pontual provavelmente não seria suficiente para organizar tudo que precisava ser investigado e acompanhado. Precisava de análise do conjunto, plano clínico e seguimento — não só de uma receita e "volta em 3 meses".

Resolvi tratar como trataria um paciente meu: com investigação estruturada e acompanhamento real.

O que ficou não foi só o resultado do exame. Foi a clareza de que o que faz diferença não é a prescrição em si — é ter uma investigação que olha o conjunto e um acompanhamento que corrige o rumo quando necessário.

Trajetória

Formação
Graduação em Medicina — Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Residência
Residência Médica em Clínica Médica
Especialização
Título de Especialista em Clínica Médica — RQE 22459
Virada pessoal
Diagnóstico pessoal de pré-diabetes. Início do aprofundamento em saúde metabólica.
Consultório
Início do atendimento com foco em investigação metabólica estruturada
Hoje
Atendimento em Londrina e online, com foco em resistência à insulina, pré-diabetes, síndrome metabólica e investigação de causa raiz.

Como isso mudou a forma de atender

Hoje meu trabalho começa antes da consulta. Peço os exames anteriores com antecedência. Quero ver a tendência, não só o valor de hoje.

Na consulta, não olho apenas se o número tem asterisco. Olho o conjunto: onde está a insulina em relação ao triglicerídeo? O que a curva de glicose está dizendo? O HDL está isolado ou faz sentido com o restante do perfil lipídico?

Não dou bronca por não conseguir emagrecer. Já fui esse paciente. O que ofereço é investigação — e um plano que faz sentido para o seu caso, não para o "paciente médio".

Como trabalho

🔬 Visão generalista

A Clínica Médica me permite olhar coração, fígado, hormônios e metabolismo no mesmo raciocínio. Encaminho para especialidades quando elas agregam algo que vai além do meu escopo.

📊 Bioquímica individual

O "normal" do laboratório é a média da população. Busco o que é adequado para você — considerando sua história, seus sintomas e a tendência dos seus exames ao longo do tempo.

🎯 Autonomia do paciente

O objetivo não é que você precise de mim para sempre. É que você entenda o que está acontecendo no seu corpo e consiga manter os resultados com mais clareza e menos dependência.

Se o que você precisa é de uma consulta para análise de exames ou segunda opinião, a teleconsulta avulsa é o caminho.

Se você tem um problema metabólico que se repete há tempo e quer investigação estruturada, o Protocolo foi feito para isso.

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